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@ian.medeiros.fx, pescador artesanal e sócio do Fixi, em Arraial do Cabo, dá algumas pistas:
- Peixes de águas rasas, pescados próximo à costa, podem indicar que vieram de pequenos pescadores, já que os industriais não costumam conseguir chegar ali. Prefira pampo, olhete, piraúna/perumbeba, badejo e cavala, por exemplo.
- Preferimos quando o nome do peixe não vem escrito no cardápio: quem trabalha com peixe fresco não consegue garantir que ele esteja sempre disponível.
- Ter “salmão” como peixe do dia, achamos curioso. Quando um salmão, sempre associado à pesca industrial, está no cardápio, a possibilidade do restaurante trabalhar com outros peixes de pesca industrial é grande.
Diferente da pesca predatória, a artesanal garante um pescado mais fresco, já que o produto chega ao restaurante poucas horas depois, preserva o ecossistema e emprega pescadores sempre de perto, movimentando a economia local. "}, "type": "paragraph"}], "version": "2.18.0"}
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