Rio de Janeiro: piqueniques - banquete, uma identidade do Jardim Botânico

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Publicado em

11 de Dezembro de 2024 às 09:10

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{"time": 1733919184953, "blocks": [{"data": {"text": "  A moda dos piqueniques-banquete no Jardim Botânico não era brincadeira:

O cardápio da comissão chinesa (1885) trazia embutidos, conservas, manteiga e sardinhas, omelete com trufas, peixe com lagostins, camarões recheados, filet com champignons, arroz ao curry, maionese de lagosta, peru à brasileira, presunto de York, aspargos, molho holandês, creme de laranja e gelatina de frutas.

O sarau para 150 pessoas do Club dos Diários (1905), serviu frios variados, omelete com trufas, tranche de garoupa, molho de ostras, costeletas e porco, batatas, galantine de peru trufado, cordeiro com alface, morangos em gelatina, sorvete à brasileira, salada de frutas ao kirsch e sobremesas.

A festa do Comendador Seabra (1915), para 300 pessoas, na aléa dos bambus, com banquete da Confeitaria Colombo, tinha “variedades à moda russa, consommé floral, supremo de robalo ao Chablis, bouchée princesse, medalhão de filé à parisiense, presunto de York, salada, frutas em gelatina”.

No copo? Madeira, Sauternes, Margaux, Borgonha, Medoc, Macon Pommery, Champagne, Moscatel, Porto, Cognac, licores, chá ou café.
Nada mal.  "}, "type": "paragraph"}], "version": "2.18.0"}

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