{"time": 1723144888878, "blocks": [{"data": {"text": "Quem olhasse para as encostas do Corcovado, em 1760, veria os 30 mil pés de café da fazenda do Conde de Hogendorp, antigo general de Napoleão, personagem frequente de cronistas da época, como Maria Graham ou Alphonse de Taunay. "}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "Naqueles tempos, se tomava o vinho de caju, de jabuticaba, de pitanga, de grumixama (outro fruto nativo da Mata Atlântica) e de laranja.
O vinho de frutas era consumido como um aperitivo, antes do serviço de outros vinhos de mesa. Não só era um hábito elegante, como também mais saudável. Afinal, a bebida fermentada não trazia os perigos das águas sem tratamento, da época.
Um dos principais produtores de vinho de laranja foi justamente o nobre holandês, Conde de Hogendorp, famoso morador do bairro das Laranjeiras, e que não negava o lucro que a bebida lhe rendia: "}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "“Se visto uma camisa mais ou menos nova, é que a comprei com o producto do vinho de laranja que fabrico; se calço estes sapatos, é porque transporto carvão para a cidade e o commercio é a troca do superfluo pelo necessario....”"}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "."}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "BIBLIOGRAFIA:"}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "TAUNAY, Affonso d'E. História do Café no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Departamento Nacional do Café, 1934."}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "."}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "CRÉDITO DE IMAGENS: "}, "type": "paragraph"}, {"data": {"text": "Retrato de Dirk van Hogendorp, com busto de Napoleão\", de Christoph Suhr, 1813 (Imagem: Instituto Real de Língua, Geografia e Etnologia, Leiden)"}, "type": "paragraph"}], "version": "2.18.0"}
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