{"time": 1769798388017, "blocks": [{"data": {"text": " Por onde anda a pitanga?
Durante o século XIX era um dos sorvetes preferidos da população carioca e, também, do Imperador Pedro II que ia com a Imperatriz até a Rua Direita para o habitual sorvete de pitanga no Hotel do Norte. Na placa: “Antonio Francioni, sorveteiro de S.S.M.M.I.I.”.
Estava por toda parte:
Antes de Copacabana ser bairro, era restinga coberta de pitangueiras onde pescadores construíam casinhas de sape. E não só: todo o projeto de arborização de Ipanema foi feito com cajueiros, pitangueiras e araçazeiros. E ainda, o Largo do Machado já se chamou Largo das Pitangueiras. Como qualquer ingrediente perecível, o fruto foi perdendo espaço para outros colhidos em escala industrial, mas é um ícone de nossa identidade gastronômica.
No Instituto Bazzar, a árvore plantada por Sylvestre Scarano no século passado está em plana safra. Letícia colheu os frutos, e Vera Saboya transformou em geleia deliciosa. Já que estão entre nós de outubro a janeiro, começamos - com doçura - o movimento “Por mais pitanga à mesa!”. Quem acompanha?
"}, "type": "paragraph"}], "version": "2.18.0"}
Estamos mapeando destinos.
We are mapping out the territory.
Clique no pin pra saber mais sobre o restaurante. Começamos pelo RJ mas pretendemos explorar territórios em todo o Brasil.