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Prazer, guaquica. Essa frutinha, quase em extinção, era comum nos quintais do Rio de Janeiro do século XIX. É uma myrtacea como a jaboticaba, pitanga ou goiaba, e pode ser encontrada aqui e ali, de Paraty até Cabo Frio.
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Durante o século XIX era um dos sorvetes preferidos da população carioca e, também, do Imperador Pedro II que ia com a Imperatriz até a Rua Direita para o habitual sorvete de pitanga no Hotel do Norte. Na placa: “Antonio Franzione, sorveteiro de S.S.M.M.I.I.”.
Apesar do pequeno porte, tem um coração grande, que é para bombear mais sangue e conseguir descer até o fundo do mar. É esse vai e vem que permite que acumule gordura e fique tão saboroso. Tem carne meio clara, como a da anchova, e meio escura, como a do atum, com sabor que lembra um e outro.
O Rio de Janeiro também é floresta. Não consumimos nem um terço dos frutos nativos ou exóticos que brotam, vigorosos, aqui na Mata Atlântica. Um exemplo é o cajá-manga. Quando fomosa visados por Ana Luiza e Adriano, do Recanto dos Araújos, nossos “agrofloresteiros” apoiados, de Saquarema.
O Instituto Bazzar percorre o Brasil em busca de pequenos produtores de excelência e faz a ponte com restaurantes inspiradores, de forma a manter vivo o nosso patrimônio gastronômico artesanal e a identidade dos territórios. Valença fica numa região historicamente conhecida como Vale do Café...